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Curtas – 8

O Relógio Adiantou

Terremotos violentos podem alterar ligeiramente o tempo que a Terra leva para girar em torno de si mesma. O tremor no Chile deslocou o eixo do planeta em 8 centímetros e encurtou os dias em 0,00000126 segundo.

In: Revista Veja, Edição 2155 – ano 43 – nº 10,  p. 91

Obs.: alguém sabe ler 0,00000126?

Debate: Milagres Existem Hoje?

Debate nos Estúdios da Rádio Melodia Conquista 87,9 FM em Vitória da Conquista-Bahia. Debatedores: Pr. Davi Amâncio, Pr. Juarez Nascimento e Pr. Zwinglio Rodrigues.

Debate: Cobertura Espiritual

Debate nos Estúdios da Rádio Melodia Conquista 87,9 FM em Vitória da Conquista-Bahia. Debatedores: Pr. Davi Amâncio, Pr. Paulo Lisboa e Pr. Zwinglio Rodrigues

Ateístas lançam a campanha “Sujeira por Sujeira” que troca Bíblias por revistas pornográficas

Alunos da Universidade do Texas, em San Antonio, nos Estados Unidos, membros do “Atheist Agenda” (”Agenda Ateísta”, em português, que teve início em 2005), trabalharam para convencer outros alunos a trocarem livros ou textos religiosos por uma revista de pornografia através da campanha “Smut for Smut”, ou, em português claro “Sujeira por Sujeira”. A campanha deste ano levou milhares de pessoas à Sombrilla Plaza, na própria faculdade, entre os dias 1º e 3 de março (segunda a quarta).

Segundo o site local www.mysanantonio.com , o movimento acredita que textos religiosos, de qualquer credo, são tão sujos quanto pornografia. Na visão de seus representantes, alguns fragmentos de livros sagrados contêm violência e tortura, além de propagarem guerras religiosas. A ideia do grupo foi promover o debate público e, logicamente, atrair mais membros para a sua comunidade.

Segundo um dos participantes, se os grupos religiosos podem colocar seus missionários na rua, batendo de porta em porta e acordando os outros às sete horas da manhã de um sábado, ele pode colocar uma mesa em frente à faculdade onde estuda e promover seu movimento.

Na manifestação, houve quem discordasse dos ateístas. Perto da mesa do “Smut for Smut”, um calouro colocou uma faixa dizendo “Deus ama você! Pegue sua Bíblia e aprenda com ela!”. Estudantes cristãos e ateístas travaram um debate intenso, mas não houve violência.

Fonte: Gnotícias

Revisando e Atualizando

Estou revisando e atualizando, desde ontem, dia 03/03/2010, todos os textos escritos por mim e postados nesse blog. O processo está se dando de trás pra frente. Penso que a qualidade dos textos há de melhorar.

Curtas – 7

“Estar informado e atento é o melhor jeito de ajudar a construir a sociedade que queremos, ainda que sem ações espetaculares. Mas, se somos desinformados, somos vulneráveis; se continuarmos alienados, bancaremos os tolos; sendo fúteis, cavamos a própria cova; alegremente ignorantes, podemos estar assinando nossa sentença de atraso, vestindo a mordaça, assumindo a camisa de força que, informados, não aceitaríamos.”

Lya Luft

In: Revista Veja, Edição 2154 – ano 43 – nº 9, p. 24

Currículo dos Cursos de Pedagogia não Prepara para a Realidade Escolar

O professor, por excelência, é o profissional que sabe ensinar e tem domínio sobre os conteúdos que leciona. Aparentemente óbvios, esses preceitos infelizmente não se confirmam no dia-a-dia, e a maior causa disso é a formação inicial. O curso de Pedagogia, que deveria garantir a competência de quem leciona na Educação Infantil e nas primeiras séries do Ensino Fundamental, forma profissionais despreparados para planejar, ensinar e avaliar. O resultado é a péssima qualidade da Educação no país.

Um curso que tem como missão formar profissionais tão diversos como professores de diferentes segmentos, além de coordenadores pedagógicos, gestores, supervisores de ensino e pesquisadores, não tem como prioridade no currículo o “quê” e o “como” ensinar determinadas faixas etárias. Segundo a pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas para NOVA ESCOLA, apenas 28% das disciplinas dos cursos ministrados em todo o país se referem à formação profissional específica – 20,5% a metodologias e práticas de ensino e 7,5% a conteúdos.

“Muitos dos futuros educadores não dominam esses conteúdos, e cabe à faculdade considerar os conhecimentos dos ingressantes e suprir essas lacunas”, diz Gisela Wajskop, doutora em Educação e diretora do Instituto Superior de Educação de São Paulo – Singularidades. Na Argentina, um país reconhecido por desenvolver de forma articulada a investigação didática e projetos de formação docente, as disciplinas do currículo voltadas a “o quê” e “como” ensinar correspondem a 65,2% do currículo do curso.

No Brasil, grande parte da carga de matérias da Pedagogia – 42% do total – é voltada para o funcionamento dos sistemas educacionais e os fundamentos da Educação (História, Psicologia da Educação etc.). Uma boa base teórica em humanidades é fundamental, mas não o suficiente (leia os depoimentos nesta página e nas seguintes). “A graduação deve ajudar os professores a se servir de conhecimentos teóricos para ref letir sobre o cotidiano – o que não acontece hoje”, afirma Elisabete Monteiro, da Universidade do Estado da Bahia (Uneb).

Fonte: Nova Escola

Desce do Muro “Meu Chapa”

“A advertência severa desses versículos (que ecoam em 10:26-31; 12:15-17) é para aqueles que caem ou cometem apostasia (cf. 3:12), porque se excluem do único sacrifício pelos pecados sob a nova aliança e da única esperança de vida eterna em Jesus Cristo. Tais pessoas de novo [...] estão crucificando o Filho de Deus, rejeitando-o tão propositadamente quanto o fizeram os executores dele, e expondo-o à ignomínia, abertamente colocando-se na posição de inimigos dele. Nada é impossível para Deus, mas ele não nos dá esperança alguma para recuperar os que tomam uma posição contínua e rebelde contra Cristo. Como foi observado em conexão com 3:12-13, os que endurecem o seu coração contra Deus podem atingir um ponto em que estão “endurecidos” além de qualquer retorno. O autor não acusa os seus leitores de ter atingido esse ponto, mas o destino dos apóstatas é algo que eles e nós não devemos esquecer. No seu contexto, o trecho serve como uma advertência sobre o que pode levar à apatia espiritual.

Mas cristãos genuínos podem se tornar apóstatas? Hebreus certamente sugere que os que caem e se desviam podem ter todas as aparências de ser verdadeiramente convertidos. Eles uma vez foram iluminados, indicando a entrada concreta da luz do evangelho na sua vida. Eles provaram o dom celestial, que pode significar que receberam o próprio Cristo e todas as bençãos espirituais que ele oferece. “Provar” sugere experimentar algo de forma real e pessoal (não simplesmente uma degustação). Eles se tornaram participantes do Espírito Santo, assim que a sua rebeldia inclui o insulto ao Espírito da graça (10:29). Finalmente, lemos que eles provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro. Isso sugere uma experiência concreta dos benefícios  da nova aliança. No entanto, os que desfrutaram de tal relacionamento com Deus não podem abusar desse realcionamento, crendo que estão imunes à possibilidade da apostasia. Promessas como João 10:28-29 e Filipenses 1:6 são a garantia de que Deus vai manter os seus filhos fiéis até o final. Hebreus tem a sua própria forma de encorajar a confiança na capacidade divina de nos sustentar na nossa fé. Mas todos precisamos ser desafiados a “confirmar a [nossa] vocação e eleição” (2Pe 1:10), e esse é o significado prático e pastoral dos textos de advertência em Hebreus.

Podemos talvez desejar que todos os que foram verdadeiramente regenerados nunca vão cair, mas a genuidade do novo nascimento é provada pela persistência nã fé. O autor de Hebreus está muito confiante em que a verdadeira obra de Deus ocorreu na congregação a quem está se dirigindo (6:9; 10:39). “Mas isso não exclui a possibilidade de que algumas pessoas entre eles sejam rebeldes de coração e, a não ser que ocorra uma mudança radical, vão descobrir que chegaram ao ponto da apostasia irremediável” (P.E. Hughes, A Commentary on the Epistle to the Hebrews [Eardmans, 1977], p. 212).”

David Peterson

In: CARSON, D. A. Comentário Bíblico Vida Nova. São Paulo: Vida Nova, 2009,  p. 2002-2003.

A Interdependência no Exercício da Liderança

Por Pr. Zwinglio Rodrigues

O senso de interdependência é um elemento fundamental para o sucesso de um líder. Ninguém consegue empreender um plano e nem executar uma visão de forma solitária, mas sim de maneira solidária. Mesmo para a realização de pequenos projetos é necessário que um líder tenha essa compreensão.

Peter F. Drucker, um conceituado teórico da administração, em sua obra O Gerente Eficaz, tratando da focalização na contribuição em um trabalho e nas relações interpessoais, cita quatro requisitos elementares para a produção de relações humanas eficazes. São eles:

A comunicabilidade;
O trabalho em equipe;

O auto-desenvolvimento;

O desenvolvimento dos outros.

Veja que ele relaciona o trabalho em equipe como um fator que favorece a boa convivência em um grupo de trabalho. A boa convivência com os liderados – e entre eles, obviamente – é o que um líder bem precisa para desenvolver o trabalho comum a todos. Não há trabalho em equipe sem a prática da dependência mútua. A interdependência é uma chave para as relações saudáveis e produtivas. Negligência-la é um pecado capital!

Liderar a partir da interdependência é uma ação inteligente. Um líder deve ter em mente e deve dizer aos seus liderados que ou funcionamos todos juntos, ou nada funciona.

Sobre a Vida

O Dia da Morte, pintura de William-Adolphe Bouguereau (1825-1905)

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Por Zwinglio Rodrigues

*

Eu vou morrer!

Diante desta irremediável possibilidade, o que eu mais preciso fazer é viver.

Nem sempre o estar vivo representa o não estar morto. Os mortos-vivos não são seres que figuram apenas no mundo da ficção, pois eles também povoam o universo das realidades.

Para que eu não seja como um deles, eu preciso ter sempre na retina, e na dimensão da reflexão, a verdade de que vou morrer. É claro que eu penso sobre a morte como quem quer viver e não como quem quer ser mórbido.

Ao lembrar-me da morte que me quer e que me alcançará, sou confrontado pela vida que me diz, viva!

Ato contínuo, pergunto-me: será que viver é apenas estar cônscio de que vou morrer? Concluo que não. Há algo que deve ser somado à minha lembrança e à minha ação reflexiva sobre o fato de que eu vou morrer.

Para que a dinâmica da minha vida não tenha características da morte e, portanto, não seja assim eu confundido, ou conhecido, como um sujeito que tem nome de quem vive, mas que está morto, devo sublimar cada milésimo de segundo da minha vida como quem está vivo e que quer viver até o encontro final com a morte.

Mas, neste momento em que vivo plenamente [será?], compreendo que viver cada fração de segundo de minha vida, de maneira sublimada, só será possível se minha vida for uma fonte de vida e não de morte para aqueles que, vivos, ou mortos-vivos, venham precisar de vida.

Eu vou morrer!

Mas, não em vida; não sem ofertar vida; não sem viver a vida.

Santificado Seja o Teu Venerável Nome

Minha denominação que está quase no céu, santificado seja o teu venerável nome;

O teu reino já é presente; faça-se a tua vontade histórica aqui na terra;

O pão das tradições dos homens, não deixes de dar-me hoje e sempre;

Perdoa-me por te trair devido à minha comunhão com os reformados, pentecostais, neopentecostais…

Não deixes que eu caia na tentação de desviar o meu olhar de ti para olhar nos olhos da Noiva.

Livra-me desse mal;

Pois teu é o reino, o poder e a glória terrenal, amém!

Por Pr. Zwinglio Rodrigues


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